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Produção
Informações sobre Açucar

Características do Açúcar

O açúcar se destina, principalmente, a adoçar bebidas e alimentos, sendo obtido a partir do beneficiamento de méis cristalizáveis da cana e da beterraba e, em importância menor, de outros vegetais.

O açúcar extraído da cana é conhecido desde tempos bastante remotos. Entretanto, ele só foi introduzido na Europa por volta do século X, por intermédio dos Árabes. Inicialmente, o cultivo da cana e a produção de açúcar restringiram-se à bacia do Mediterrâneo e, somente mais tarde, foi introduzido na América.

A safra da cana-de-açúcar é sazonal, iniciando-se em maio e terminando em novembro. Neste período ocorre o amadurecimento da cana, devido a fatores climáticos, como falta de umidade, luminosidade e frio. Com base na maturação, a cana passa a ser cortada de forma planejada, de modo que se tenham áreas com cana plantada que vão estar próprias para corte em momentos diferentes.

Na indústria, a cana pode ter dois destinos: produção de açúcar ou de álcool. Para a produção de açúcar, as etapas industriais são:

  • Lavagem da cana;

  • Preparo para moagem ou difusão (Figura 2);

  • Extração do caldo: moagem ou difusão;

  • Purificação do caldo: peneiragem e clarificação;

  • Evaporação do caldo;

  • Cozimento;

  • Cristalização da sacarose;

  • Centrifugação: separação entre cristais e massa cozida;

  • Secagem e estocagem do açúcar.

 

Fonte: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/cana-de-acucar/arvore/CONTAG01_102_22122006154841.html

http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/acucar.asp

 

Informações sobre Óleo

Características do Óleo

História

O óleo vegetal é uma gordura extraída de plantas formada por triglicerídeo. Apesar de, em princípio, outras partes da planta poderem ser utilizadas na extração de óleo, na prática este é extraído na sua maioria das sementes. Os óleos vegetais são utilizados como óleo de cozinha, pintura, lubrificante, cosméticos, farmacêutico, iluminação, combustível (biodiesel ou puro) e para usos industriais.

Como todas as gorduras, os óleos vegetais são ésteres de glicerina e uma mistura de ácidos graxos e são insolúveis em água, mas solúveis em solventes orgânicos. É considerado um dos geradores dos impactos ambientais, pois dispensados em pias e córregos, pode causar grandes danos às tubulações e ao meio-ambiente.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93leo_vegetal

Características

O Óleo pode ser de origem animal ou vegetal, assim ter gorduras saturadas ou insaturadas. As saturadas são de origem animal e aumentam o colesterol ruim. Já as insaturadas, classificação em que se enquadram os óleos de cozinha, são de origem vegetal e se dividem em monoinsaturadas (que diminuem o colesterol ruim sem prejudicar o colesterol bom) e as poli-insaturadas (que diminuem os dois tipos de colesterol).

Saúde

Consumir os óleos vegetais de forma saudável é uma maneira de fornecer ao corpo energia, regular o metabolismo e o funcionamento do intestino. A gordura vegetal também é extremamente importante pra transportar vitaminas para as células.

Variedades

O óleo mais usado na cozinha é o de Soja, mas existem outros tipos como: Canola, Linhaça, Oliva, Girassol, Algodão, Milho e Azeitona.

Fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/qual-o-melhor-oleo-de-cozinha/

 

Óleo de Soja

É uma excelente fonte de ácidos graxos essenciais, ômega -3 e ômega- 6, ômega- 9 e vitamina E. Age como um antioxidante natural e auxilia a reduzir os níveis de colesterol no organismo.

 

 

INFORMAÇÃOS NUTRICIONAL ÓLEO DE SOJA

Porção de 13 ml (1 colher de sopa)

 

 

QUANTIDADE POR PORÇÃO %VD*

Valor Energético

108Kcal = 44KJ

5%

Carboidratos

0g

0%

Proteínas

0g

0%

Gorduras totais

12g, das quais:

22%

Gorduras saturadas

2g

9%

Gorduras trans

0g

**

Gorduras monoinsaturadas

3g

**

Gorduras poli-insaturadas

7g

**

Colesterol

0mg

**

Fibra alimentar

0g

0%

Sódio

0mg

0%

Vitamina E

3,0mg

30%

*Valores Diários com base em uma dieta de 2.000kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

**VD não estabelecido.

 

Óleo de Girassol

Com vitaminas A, D, E e do complexo B, ômega-3, 6 e 9, tem minerais como zinco e magnésio, além de ácidos graxos insaturados. É bastante eficaz na redução dos níveis de colesterol sanguíneo, da pressão arterial e previne de doenças cardiovasculares.

 

INFORMAÇÃOS NUTRICIONAL ÓLEO DE GIRASSOL

Porção de 13 ml (1 colher de sopa)

 

 

QUANTIDADE POR PORÇÃO %VD*

Valor Energético

108Kcal = 44KJ

5%

Carboidratos

0g

0%

Proteínas

0g

0%

Gorduras totais

12g, das quais:

22%

Gorduras saturadas

1,4g

6%

Gorduras trans

0g

**

Gorduras monoinsaturadas

2,7g

**

Gorduras poli-insaturadas

7,9g

**

Colesterol

0mg

**

Fibra alimentar

0g

0%

Sódio

0mg

0%

Vitamina E

8,0mg

80%

*Valores Diários com base em uma dieta de 2.000kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

**VD não estabelecido.

 

Óleo de Milho

Possui componentes utilizados como redutores do colesterol. Contém 60% em ômega-3, prevenindo alterações metabólicas relacionadas com dermatites, perda de peso e arteriosclerose.

 

INFORMAÇÃOS NUTRICIONAL ÓLEO DE MILHO

Porção de 13 ml (1 colher de sopa)

 

 

QUANTIDADE POR PORÇÃO %VD*

Valor Energético

108Kcal = 44KJ

5%

Carboidratos

0g

0%

Proteínas

0g

0%

Gorduras totais

12g, das quais:

22%

Gorduras saturadas

1,9g

9%

Gorduras trans

0g

**

Gorduras monoinsaturadas

4,1g

**

Gorduras poli-insaturadas

6,0g

**

Colesterol

0mg

**

Fibra alimentar

0g

0%

Sódio

0mg

0%

Vitamina E

3,9mg

39%

*Valores Diários com base em uma dieta de 2.000kcal ou 8.400kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

**VD não estabelecido.

 

 

 

Informações sobre Massas

Características Massas

Origem

A palavra "macarrão" vem do grego makària (caldo de carne enriquecido por pelotinhas de farinha de trigo e por cereais, cerca de 25 séculos atrás). A palavra pasta (massa dos italianos) vem do grego pastillos (pastillos é citado nos textos do poeta Horácio, especialista em versos culinários). Textos antigos relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2.500 a.C., já conheciam uma pasta cozida à base de cereais e água, que pode ser considerado o avô do nosso atual macarrão.

Fonte: www.abrasellondrina.com.br

História

Não se sabe ao certo a verdadeira origem do macarrão. Tão logo o homem se deu conta que podia moer certos tipos de cereais e que ao misturá-los com água podia obter uma massa que podia ser cozida ou assada, surgiu então o macarrão.

Um dos pratos mais populares de todo o mundo moderno já fazia sucesso na antiguidade. Prova disso é a existência de relatos em textos antigos, até de assírios e babilônios, sobre a existência de uma pasta cozida à base de cereais e água, cuja data remonta a 2.500 a.C.

A primeira referência e mais próxima ao ocidente do macarrão cozido está no Talmud de Jerusalém, o livro que traz as leis judaicas, do século V antes de Cristo. O itriyah dos antigos hebreus era uma espécie de massa chata usada em cerimônias religiosas.

Na Roma antiga, século VII antes de Cristo, comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes. Com legumes e carne eram chamadas de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia. Porém, na versão mais comum, o macarrão teria chegado ao ocidente pelas mãos de Marco Polo, mercador veneziano que visitou a China no século XIII.

Entretanto, na Itália, já em 1279, 16 anos antes do retorno de Marco Polo, foi registrada uma cesta de massas no inventário de bens de um soldado genovês de nome Ponzio Bastione. A palavra macaronis, usada no inventário, seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, significa achatar e que, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado.O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.

A versão mais aceita pelos historiadores faz referência aos árabes, que seriam os pais do macarrão, levando-o à Sicilia no Século IX, quando conquistaram a maior ilha italiana. Os árabes chamavam o macarrão de itrjia. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto. Nesta época, a Sicilia tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão. Os navegadores genoveses transportavam o produto para importantes portos do Mediterrâneo, como Nápoles, Roma, Piombino, Viareggio.

A partir do Século XIII, os italianos foram os maiores difusores e consumidores do macarrão por todo o mundo. Nesta época os italianos incorporaram ao macarrão um ingrediente nobre: a farinha de grano duro, que permite o cozimento correto. O macarrão chegou ao Brasil no final do século XIX, trazido pelas primeiras famílias de imigrantes italianos;

O Macarrão faz parte do grupo dos alimentos energéticos. É recomendado que se consuma, diariamente, 60% do total calórico, que varia de 1800 a 2200 kcal, de alimentos ricos em carboidrato. O Macarrão ajuda a compor um cardápio completo com fibras, vitaminas e sais minerais.

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-macarrao/historia-do-macarrao.php

Tipos de Macarrão

Macarrão de Sêmola: Elaborado com farinha de trigo especial.

Macarrão com Ovos: Elaborado com a adição de três ovos por quilo de farinha.

Macarrão Comum: Elaborado na forma mais elementar - farinha de trigo e água.

Macarrão Caseiro: Elaborado de forma artesanal através da qual a massa é laminada, apresentando maior porosidade e absorção do molho.

Macarrão Grano Duro: Chamado assim porque é elaborado a partir de um trigo especial (trigo durum). O Macarrão do tipo Grano Duro fica naturalmente al dente, ou seja, soltinho, porém consistente e ideal para a boa mastigação.

Macarrão Integral: Elaborado com farinha de trigo integral e contém mais fibra em sua composição. Ideal para pessoas que necessitam de dietas especiais e acompanhamento de nutricionistas.

Massas Instantâneas: Macarrão instantâneo, é um tipo de macarrão pré-cozido, que possui um pouco de óleo, a ser preparado apenas com a adição de água fervente, durante uns poucos minutos e um pacote de tempero pronto.

Ele cozinha rapidamente pelo fato de ser pré-cozido. No seu processo de fabricação, ele é cozido e, em seguida, perde a água em um processo de fritura. Por isso, ele chega à sua panela semi-pronto e só precisa de três minutos para poder ser consumido.

Existe uma gama variada de produtos baseados em macarrão instantâneo, como o talharim, yakisoba, cup noodles etc, encontrados em diversos sabores (carne, galinha, legumes, camarão, picanha, pizza, quatro queijos, entre outros).

Formatos de Massas

Massas para sopas: Argolinha (Anelli), Ave Maria (Avemarie), Caracol mini (Caracolino), Conchinha (Concha mini/Conchigliette), Corneto mini (Coquillettes), Estrelinhas (Stelletinne), Fideli (Curva/ Sopinha), Letrinhas (Alfabeto) e Pai Nosso (Padre Nosso / Paternoster).

Massas Curtas: Caramujo (Caracol), Concha média (Conchiglia), Concha grande (Conchiglione), Espiral (Serpentini), Gravata (Farfalle), Gravata com vegetais (Farfalle Tricolore), Fusilli (Parafuso com duas estrias), Fusilli mini (Parafuso mini), Fusilli com vegetais (Tricolore), Nhoque (Gnocchi), Parafuso com três estrias (padrão italiano), Penne, Penne mini, Penne com vegetais, Rigatoni, Rigatoni mini, Torssaidi, Tortiglione e Tubete (Tubetti).

Massas Longas: Bavette, Cabelo de Anjo (Aletria/Capelli d'angelo), Espaguete nº10 (Spaghetti 10), Espaguete nº9 (Spaghetti 9), Espaguete nº8 (Spaghetti 8), Espaguete nº3 com furo (Bucatini/Furadinho), Fettuccine, Fidelini, Linguine (Bavette fino), Ninho largo (Nidi 3), Ninho (Nidi 2), Ninho estreito (Nidi 1), Pappardelle, Talharim (Tagliarini) e Talharim largo (Tagliatelle).

Massas de outros formatos: Agnolotti (massa fresca), Canelone (Cannelloni), Cappeletti, Lasanha (Lasagna), Lasanha de massa caseira, Macarrão Instantâneo, Nhoque (massa fresca), Raviole (massa fresca), Ravioloni (massa fresca), Rondelli (massa fresca), Talharim (massa fresca) e Tortelone (massa fresca).

Fonte: http://www.abima.com.br/eamTipos.asp

 

Informações sobre Trigo

Características da Farinha de Trigo

Definição

Farinha de trigo é o produto obtido pela moagem, exclusivamente, do grão de trigo (Triticum vulgares), beneficiado.

História

No Oriente Médio, a cerca de 10 mil anos, o homem começou o cultivo do trigo; na região, que hoje se estende do Egito ao Iraque e, não sem motivo, foi batizada pelos historiadores de Crescente Fértil. De lá, esses cereais se espalharam pelo mundo.

As sementes mais antigas de trigo já encontradas datam de 6700 a.C. e foram plantadas pelos povos que habitavam a antiga Mesopotâmia. Os grãos eram misturados com peixes, castanhas, frutas e água, numa espécie de papa levada ao fogo. Não parecia uma receita muito apetitosa. Bem diferente do pão, nascido da inventividade dos egípcios. Por volta de 4000 a.C., eles já tiravam proveito do processo de fermentação do trigo, processo que, aliás, também era utilizado na fabricação do vinho e da cerveja. Os egípcios descobriram o que hoje todo mundo que bate um bolo sabe: a farinha feita dos grãos de trigo ganhava volume quando se adicionava o levedo à massa levada ao forno. Além de servir à população, os pães ou os biscoitos egípcios eram preparados de forma mais caprichada como uma oferenda aos deuses e utilizados em rituais mágicos - às vezes, moldados como formas humanas e animais.

Mais tarde, a receita da massa se espalhou pelos povos vizinhos, fazendo com que o pão se tornasse o alimento símbolo das civilizações mediterrâneas. A tal ponto que os antigos gregos e romanos viam nele o equilíbrio perfeito de todos os elementos da natureza. Na tradição cristã, o pão e o vinho, por sua vez, foram usados para simbolizar a vida na Eucaristia. Na Páscoa judaica, o pão ázimo (assado sem fermento) tornou-se uma comida obrigatória.

Tanta história levou ao nascimento das padarias na Europa e à expansão do cultivo do trigo para zonas mais frias, onde a planta se aclimatava melhor, como a Polônia e a Rússia. Com o tempo, e o desenvolvimento de novas tecnologias, como a rotação de culturas e a criação dos moinhos de vento, houve o aumento de produtividade. No século 15, a planta foi levada na bagagem dos grandes navegadores que chegaram à América.

Do outro lado do mundo, o trigo fez sucesso até em terras asiáticas, que, se imagina, tenham olhos apenas para o arroz. Quem não sabe a história de Marco Polo, que, no século 13, esteve na China, de onde teria trazido o macarrão para a Itália? A história pode ser apenas uma lenda, mas os chineses já conheciam o trigo cerca de 2 mil anos antes de Cristo e aprenderam a fazer, com a farinha, pão no vapor, macarrões, pastéis e uma grande variedade de massas que hoje fazem parte da culinária oriental mais apreciada.

Fonte: http://www.trigoesaude.com.br

Designação

O produto é designado, simplesmente, por "farinha" ou "farinha de trigo".

Classificação

A farinha de trigo é classificada de acordo com as suas características, em:

Farinha integral - produto obtido a partir do cereal limpo com uma extração máxima de 95% e com teor máximo de cinza de 1,750%;

Farinha especial ou de primeira - produto obtido a partir do cereal limpo, desgerminado, com uma extração máxima de 20% e com teor máximo de cinzas de 0,385%;

Farinha comum - produto obtido a partir do cereal limpo, desgerminado, com uma extração máxima de 78% ou com extração de 58%, após a separação dos 20% correspondentes à farinha de primeira. O teor máximo de cinzas é de 0,850%. A farinha de trigo comum, por determinação do Governo Federal, para fins de panificação, pode ser adicionada de farinhas de outras origens.

Sêmola - produto obtido pela trituração do trigo limpo e desgerminado, compreendendo partículas que passem pela peneira nº 20 e sejam retidas pela peneira nº 40;

Semolina - produto obtido pela trituração do trigo limpo e desgerminado, compreendendo partículas que passam pela peneira nº 40 e sejam retidas pela peneira nº 60.

4. Características gerais

A farinha de trigo deve ser fabricada a partir de grãos de trigo sãos e limpos, isentos de matéria terrosa e em perfeito estado de conservação. Não pode estar úmida, fermentada, nem rançosa. Os termos sêmola e semolina podem ser usados para outros grãos de vegetais, devendo constar da denominação do produto, o vegetal de origem. As sêmolas e semolinas, quando armazenadas por muito tempo, podem dar origem a certa quantidade de farinha.

Fonte: Anvisa – Agência Nacional de Vigilância sanitária http://migre.me/5HwcO

 

Informações sobre Feijão

Características do Feijão

O feijão é um alimento básico para o brasileiro. A média atual de consumo de feijão é de 12,7 kg brasileiro/ano. A preferência do consumidor é regionalizada e diferenciada principalmente quanto à cor e ao tipo de grão. O feijoeiro comum é cultivado ao longo do ano, na maioria dos estados brasileiros, proporcionando constante oferta do produto no mercado. É cultivado tanto em culturas de subsistência quanto em cultivos altamente tecnificados. A Região Sul ocupa lugar de destaque no cenário nacional, seguida pelas Regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte, respectivamente.

Vários fatores são importantes para a obtenção de produto de qualidade, envolvendo cuidados que vão desde a fase de pré-produção, como a seleção da época mais adequada ao plantio, até a fase de comercialização, envolvendo questões relacionadas ao armazenamento.

Neste contexto, a Árvore do Conhecimento Feijão oferece informações sobre a produção de feijão, abrangendo as fases de pré-produção, produção e pós-produção, além do acesso a recursos de informação na íntegra. As informações podem ser obtidas pela navegação numa estrutura ramificada em forma de árvore hiperbólica, por hipertexto ou pelo serviço de busca.

Fonte: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/feijao/Abertura.html

Produção:

Na região central do Brasil, o cultivo de feijão pode ser agrupado basicamente em três períodos do ano, conforme a época de semeadura. O das águas, nos meses de setembro a novembro; o da seca, ou safrinha, de janeiro a março; e o de outono-inverno, ou terceira época, nos meses de maio a julho.

Ao conjunto de procedimentos e técnicas preconizadas na implantação e condução de uma lavoura dá-se o nome de sistema de produção. No caso do feijão comum, existem diversos, cada qual com sua peculiaridade, pois essa leguminosa é cultivada de norte a sul do país, em diversas épocas e por diferentes tipos de produtores, demandando técnicas e/ou procedimentos adequados às diferentes situações.

Por ser uma cultura de ciclo curto (± 90) dias merece atenção especial, principalmente quanto ao controle de pragas e doenças e o fornecimento de água e nutrientes, pois, havendo qualquer omissão nas fases críticas, a planta pode não mais recuperar o seu rendimento. O feijão é exigente quanto à disponibilidade de nutrientes, é suscetível a diversas pragas e doenças e exigente quanto ao solo. Portanto, ao se delinear um sistema de produção, todos esses fatores têm de ser cuidadosamente considerados.

Os períodos das águas e da seca, apesar de serem recomendados para determinadas regiões, são períodos considerados de riscos. O primeiro, por coincidir normalmente com maior ocorrência de chuvas, o que pode prejudicar a própria lavoura, favorecendo o ataque e a propagação de doenças, bem como dificultando ou, até mesmo, impedindo a colheita. Mas, quando as chuvas não ocorrem em excesso, e são bem distribuídas é possível obter altos rendimentos e produto de boa qualidade. No segundo período, o da seca ou safrinha, o risco pode ocorrer pela falta de chuva, o que compromete o rendimento da lavoura, caso o agricultor não disponha de meios para irrigá-la. Nesse período também normalmente ocorre grande incidência de pragas, demandando controle mais sistemático. Em ambos os períodos, por serem de riscos, normalmente procura-se não onerar muito os custos de produção, reduzindo a quantidade de insumos utilizados, o que, consequentemente, reduz também o rendimento da lavoura.

No outono-inverno, ou terceira época, há que se dispor de meios para irrigar, mas, por se ter maior garantia, pode-se investir mais em insumos. Consequentemente, obtêm-se maiores rendimentos e, em geral, produto de melhor qualidade.

Colheita

Diversos métodos são usados na colheita do feijoeiro, os quais variam em função do sistema de cultivo, do tipo de planta e do tamanho da lavoura.

O arranquio, ou o ceifamento, mecanizado das plantas de feijão é pouco utilizado no Brasil, devido ao elevado percentual de perda de grãos provocado por essa operação. Os equipamentos, até então disponibilizados no mercado nacional, eram providos de facão ou de barra giratória que arrancavam as plantas ao trabalharem abaixo da superfície do solo. Recentemente, foi disponibilizado no mercado um equipamento mais eficiente para ceifar as plantas sobre o solo, acionado pelo trator ou pela colhedora convencional.

Com o surgimento de grandes lavouras em monocultivo, a colheita tem sido feita por diversos processos: semi-mecanizado (arranquio manual das plantas e trilhamento com recolhedora trilhadora); mecanizado indireto em duas operações (ceifamento das plantas com ceifadora e trilhamento com recolhedora trilhadora) e mecanizado direto em uma operação com colhedora automotriz apropriada.

As colhedoras automotrizes convencionais apresentam desempenho insatisfatório no feijoeiro em relação à perda e à danificação de grãos. Porém, uma melhoria no desempenho dessas máquinas tem sido obtida ao equipá-las com plataformas de corte flexíveis e com mecanismos para diminuir a danificação e a mistura de terra nos grãos.

Para que a ceifadora de plantas, a recolhedora trilhadora ou a colhedora automotriz tenham desempenho satisfatório, proporcionando baixo percentual de perdas de grãos e boa capacidade de trabalho, é necessária a adoção de diversos procedimentos nas fases de instalação, condução e colheita do feijoeiro. O terreno para a instalação da lavoura deve estar adequadamente preparado para receber as sementes e os adubos. Após o preparo, o solo deve ficar sem valetas, buracos, raízes e plantas daninhas para facilitar o trabalho da colhedora. A semeadura deve ser feita para se obterem espaçamentos uniformes entre plantas. Velocidade de operação da semeadora inferior a 6 km/h e o uso de mecanismos apropriados e bem regulados para dosar sementes e adubos e para movimentar o solo contribuem para a melhoria da qualidade do plantio. A lavoura deve ser conduzida para controlar plantas daninhas, doenças ou pragas e ser adubada na época recomendada, de forma a favorecer a colheita. A colheita feita fora de época afeta a produtividade da lavoura por aumentar a percentagem de perda de grãos. Quando o feijoeiro é deixado por um longo período no campo após a maturação, ocorrem perdas de grãos pela abertura das vagens, seja natural ou provocada pela operação de arranquio das plantas, principalmente em regiões de clima quente e seco. Retardamento na colheita também deprecia os grãos, que ficam expostas por mais tempo ao ataque de pragas. A uniformidade de maturação das plantas e das vagens é um fator de extrema importância para que a colheita seja processada em ótimas condições. Fatores relacionados ao solo, à topografia do terreno, ao ambiente, às práticas culturais, às doenças, à disponibilidade de água para as plantas e ao hábito de crescimento das cultivares causam desuniformidade na maturação do feijoeiro.

Conforme a colheita, o beneficiamento do feijão também se constitui numa operação de grande importância, pois os métodos de colheita não proporcionam um produto final limpo e padronizado em condições de ser comercializado. É necessário que o produto colhido passe por um processo de limpeza para melhorar a pureza, germinação e vigor. O beneficiamento é feito, geralmente, por dois equipamentos principais: a máquina de ar e peneira e a máquina densimétrica, que possui mais recursos para separar impurezas de tamanho e densidade próximos aos da semente. Após o beneficiamento, o feijão armazenado, destinado ao plantio ou ao consumo, deve receber tratamentos especiais para evitar sua depreciação.

Autor: José Geraldo da Silva ; Jaime Roberto da Fonseca

Semeadura:

O feijoeiro é uma planta com sistema radicular delicado, com sua maior parte concentrada na camada de até 20 cm de profundidade do solo. Devido a isso, deve-se ter um cuidado especial na escolha da área. Solos pesados, compactados, sujeitos a formar crosta na superfície ou ao encharcamento não são adequados para a cultura do feijoeiro. Recomendam-se solos friáveis (soltos), com boa aeração, de textura areno-argilosa, relativamente profundos e ricos em matéria orgânica e elementos nutritivos.

Quanto à semeadura, as épocas recomendadas concentram-se, basicamente, em três períodos, o chamado das águas, nos meses de setembro a novembro; o da seca, ou safrinha, de janeiro a março; e o de outono-inverno, ou terceira época, nos meses de maio a julho. No plantio de outono-inverno, ou terceira época, que só pode ser conduzido em regiões onde o inverno é ameno, sem ocorrência de geadas, como em algumas áreas de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Distrito Federal, o agricultor, necessita irrigar a lavoura. Na época da seca, nem sempre as chuvas são suficientes durante todo o ciclo da cultura, sendo conveniente, nesse caso, suplementar com irrigação.

A profundidade de semeadura pode variar conforme o tipo de solo. Em geral, recomendam-se 3-4 cm para solos argilosos e 5-6 cm para solos arenosos.

A densidade, ou o número de plantas por unidade de área, é resultado da combinação de espaçamento entre fileiras de plantas e número de plantas por metro. Espaçamentos de 0,40 a 0,60 m entre fileiras e com 10 a 15 plantas por metro, proporcionam os melhores rendimentos.

O gasto de sementes varia em função de diferentes fatores: a) espaçamento entre fileiras, b) número de plantas por metro, c) massa das sementes, e d) poder germinativo. Portanto, considerando esses fatores, verifica-se que ele normalmente varia numa faixa de 45 a 120 kg por hectare.

Autor: Corival Cândido da Silva

Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br

Processamento

As agroindústrias do feijão, em sua maioria, realizam somente as operações de limpeza e empacotamento do produto. Os empacotadores, estrategicamente, localizam-se nas regiões consumidoras. O feijão não gera subprodutos que possam vir a agregar valor na cadeia agroindustrial.

Apesar de ser pequena a quantidade de produtos industrializados no mercado e do baixo número de agroindústrias que realizam algum tipo de processamento e industrialização, é um segmento que merece atenção especial, pois, apesar de existirem barreiras tecnológicas e culturais, esse setor pode sofrer uma expansão, uma vez que há nichos de mercado que desejam consumir feijão de forma mais esporádica e em pouca quantidade. Essa tendência de mercado é um processo irreversível, e as grandes redes de distribuição e supermercados estão se adaptando para atender a esse novo perfil de consumidor. O real potencial desse mercado emergente ainda não está dimensionado, e são poucos os estudos a respeito das características que devem ter a matéria-prima para que as indústrias elaborem seus produtos com mais economia e qualidade.

Autor: Carlos Magri Ferreira

Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/


 

Informações sobre Arroz

Nesta página, você vai conhecer a história, as características, constituição, peculiaridades, valor nutricional, subprodutos e formas de armazenamento do arroz, o segundo produto mais consumido em todo o mundo.

 

 

Seleção eletrônica de grãos


O processo é feito através de sensor óptico por translucidez. Os grãos descem por canaletas que, com a velocidade da descida, se isolam e então, são observados por um sensor óptico, que vai detectar ou rejeitar todo e qualquer defeito no grão, expelindo-o com um jato de ar comprimido. Garantindo assim a qualidade de todos os grãos do Arroz Cristal.

Qualquer grão que apresente uma mínima diferença em relação ao padrão de qualidade do Arroz Cristal, mesmo que seja uma diferença impossível de se notar a olho nu, é prontamente separado e descartado através de jatos de ar comprimido. Esse processo de alta tecnologia garante a homogeneidade dos grãos em cada pacote de arroz com a marca Cristal.

 

Processo de beneficiamento

Os consumidores estão cada vez mais exigentes com produtos alimentícios. A Cristal Alimentos buscou no mercado as mais novas e avançadas tecnologias para a produção em alta escala do melhor arroz do Brasil. E, para tanto, instalou um dos maiores parques industriais de beneficiamento de arroz da América Latina.

Todos os dias, dezenas de carretas graneleiras com arroz em casca provenientes do Sul, ingressam nos portões da empresa. Elas são pesadas e descarregadas automaticamente.

Esteiras cobertas levam o arroz para enormes silos de armazenagem, passando por uma máquina onde é feita uma primeira limpeza dos grãos. Em seguida, os grãos vão para os descascadores, neles se separa a casca do arroz; posteriormente pelos separadores de arroz de marinheiro, cata automatizada de grãos com casca; a limpeza final é feita nos brunidores, retirando toda a película que fica entre a casca e o grão.

Uma vez limpos, os grãos são selecionados, passando por um conjunto ótico de translucidez e aqueles grãos que estão fora do padrão Cristal de qualidade recebem um jato de ar comprimido que os separa definitivamente dos grãos selecionados para o consumidor.

O grão em nenhum momento do seu beneficiamento é manuseado, o processo de seleção eletrônica garante a alta qualidade dos grãos e extingue o risco de contaminação. Assim, temos um grão perfeito.

Já perfeitamente selecionado, o arroz vai para a empacotadora, de onde saem fardos de 30 kg, com destino a revendedores, supermercados e hipermercados.

 

 

 

Estrutura do processo industrial

 I - Descarregamento

 

Pesagem da carreta na balança eletrônica: Todos os caminhões são pesados assim que chegam e quando saem da empresa. Cada carga na carreta tem, em média, 30 toneladas de arroz em casca a granel. Sendo que uma carreta cheia pesa aproximadamente 45 toneladas e vazia, de 12 a 15 toneladas.

Primeiro teste para verificação do tipo do arroz que vai descarregar. Nessa etapa, são analisados os defeitos contidos no arroz, tais como: grãos gessados, sementes, grãos amarelados, arroz vermelho, quantidade de quebrados, umidade dos grãos, etc.

O descarregamento do arroz e feito através do tombador hidráulico, uma plataforma elevatória hidráulica onde a carreta é inclinada a 45º e sua cabine fica suspensa a 13 m de altura do piso. A carga, em função da inclinação, escorre por gravidade até um funil chamado moega, da moega os grãos vão para 11 silos, localizados ao lado do tombador;

Destes silos, o arroz em casca segue para um conjunto de máquinas chamado Pré-limpeza, onde o arroz passa por um conjunto de peneiras para separar as impurezas do arroz, tais como: palha, pedaços da planta do arroz, partículas metálicas, pedaços de madeira, etc.

Dos silos, os grãos seguem por esteiras e elevadores para a armazenagem nos silos pulmão, conjunto composto por 5 silos de capacidade de 600 toneladas cada, armazenando, separadamente, os tipos de arroz classificados no descarregamento.


 

II - Descasque:

Descascador: dos silos de armazenagem, o arroz vai para o descascador, máquina que tira a casca do arroz, através de dois roletes de borracha que trabalham em sentidos opostos e com rotações diferentes, descascando o grão por fricção de baixo para cima, chegando a atingir até 70 km/h, por isso há necessidade de amortecedores de borracha nas paredes superiores, para que não haja quebra do grão;

Em seguida, todo produto que sai do descascador passa pela Câmara de Aspiração, que consiste num circuito fechado que separa a palha, o grão integral (descascado), marinheiro (em casca), o farelo grosso e o pó do processo.

A palha é conduzida, por uma rosca, a um conjunto de silos para posterior descarregamento.

 Em seguida, o produto vai para o Separador de marinheiro, uma máquina que separa o grão que descascou (esbramado ou integral) do que não descascou (marinheiro), sendo que este último voltará para o início do processamento, ou seja, para o descascador.

O grão integral, após passar pelo separador de marinheiro, vai para o Separador de pedra que separa todas as partículas sólidas maiores que o grão de arroz e aspira as impurezas mais leves como a quirera fina.

III - Brunição

Em seguida, os grãos inteiros seguem para o Brunidor do 1º Passe. Nessa etapa, o brunidor horizontal retira uma parte da camada escura chamada

de farelo. O farelo é aspirado por um exaustor e posteriormente ensacado para ser vendido para empresas de ração animal e para extração de óleos.

Brunidor do 2º passe - em seguida, os grãos vão para o segundo passe, retirando-se o restante da camada de farelo. Os grãos se tornam mais brancos e levemente opacos, pois sofrem algumas ranhuras no processo de brunição.
Dos brunidores, os grãos vão para o Polidor. Este equipamento é destinado a promover o acabamento do grão de arroz, no processo de beneficiamento. O polidor tem um núcleo cilíndrico que provoca, através de uma força centrífuga, uma pressão entre os grãos e a tela em meio a uma névoa de umidade controlada, promovendo a remoção do farelo e obtendo-se um excelente acabamento com aspecto vítreo, sem riscos e pó.

 

IV - Classificação

Do Polidor, o grão vai para a Peneira de classificação, que separa o arroz bom da quirera fina e o arroz vermelho, que tem um aspecto maior e mais redondo;

Em seguida, os grãos vão para o Trieur, aparelho que classifica o grão de arroz, conforme seu tamanho (inteiro, ¾, ½, etc.). Sua eficiência chega a 99%, portanto, superior à alcançada por peneiras. Esse classificador consiste basicamente de um tubo cilíndrico rotativo de chapa, cuja superfície interna é formada por pequenas cavidades que são chamadas de alvéolos. 

 

Durante o trabalho de classificação, os grãos quebrados entram nos alvéolos, ficam presos ao seu interior e sobem através de uma força centrífuga até uma determinada altura. Quando o peso dos grãos quebrados vence a força centrífuga, eles caem dentro de uma concha, dotada de rosca transportadora, localizada no interior do cilindro que tem a função de retirar esses grãos.

V – Seleção

Do Trieur, os grãos vão para a Seleção Eletrônica: Este processo é um dos mais importantes, pois é ele quem seleciona os melhores 

grãos para serem empacotados. Os grãos são conduzidos em linha através de uma canaleta inclinada onde adquirem velocidade para passarem por um sensor fotoelétrico que identifica por translucidez o grão bom do grão defeituoso. No final da canaleta, após o sensor fotoelétrico, posiciona-se um conjunto de bicos injetores que soltam um jato de ar, expulsando os grãos com defeito, identificados pelos sensores. O grão bom segue para o empacotamento e o defeituoso segue para um repasse.

 

VI - Empacotamento

Câmara de limpeza por densidade: Depois da seleção eletrônica e para garantir a higiene e limpeza, os grãos selecionados passam por esta câmara que vai retirar todo farelo adquirido nas etapas do processo de transporte entre máquinas.

Empacotadeira: Depois dessa limpeza, o arroz beneficiado vai para a empacotadeira totalmente automatizada e, através de um programa, executa o empacotamento de 5kg ,  2kg e 1kg. Com capacidade para 40 pacotes/min.

Enfardadeira: Depois de empacotado, o arroz vai para a enfardadeira, equipamento automatizado que faz fardos de 30 kg (6 pacotes de 5 kg). Tem capacidade para 8 fardos/min.

VII - Estoque: 

Nosso estoque é automatizado, porta packets dinâmico verticalizado, com sensores de entrada e saída, controlando assim um estoque regulador, garantindo a entrega rápida, com saldo de estoques atualizados. Os fardos antes de serem paletizados, passam por outo detector de metais, garantindo assim nenhuma contaminação.

 VIII - Expedição

Após o enfardamento, os pacotes vão para a estocagem e são carregados em caminhões, que passam por uma pesagem e finalmente despachados para abastecerem o mercado.

















 

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Plantio e Região de Origem

O criterioso cuidado com a procedência e qualidade da matéria prima aliado a constante busca de melhores tecnologias têm feito do Arroz Cristal ao longo anos, líder na preferência do consumidor. A Cristal Alimentos é pioneira na seleção computadorizada de grãos.

A qualidade do Arroz Cristal sempre esteve baseada na seleção criteriosa da matéria-prima, escolhendo o arroz com casca da melhor procedência e sempre de uma única fonte. Aliado à constante incorporação de novas tecnologias, esse fator garantiu um grau de pureza e excelência dos grãos.

O Arroz Cristal mantém a sua qualidade ao longo dos anos porque a sua procedência, além de ser a melhor, é única. Todo o arroz é de uma única região, o que também contribui para uniformidade dos grãos.

Aquisição de matéria-prima: é observada a origem, garantindo ao consumidor um produto de fácil manuseio na cozinha e paladar agradável.

O arroz em casca, matéria-prima do Arroz Cristal, é todo irrigado e proveniente do Rio Grande do Sul, resultado da parceria entre a empresa e produtores da região.

E também em função de um maior rendimento que pode ser conseguido pela expansão da cultura irrigada com inundação controlada, pela maior tecnificação por parte dos agricultores e ainda por meio do emprego correto de algumas práticas como adubação, tratamento de sementes, espaçamento, densidade, época e uso de melhores cultivares.

O ciclo de vida da planta do arroz chega ao fim quando a maioria dos grãos já atingiu o amadurecimento completo. É hora da colheita: o produtor colhe o fruto do esforço e trabalho de vários meses na lavoura. Neste momento, apenas um terço, ou menos, dos grãos, os que ficam na base da película, apresentam-se ainda esverdeados, mas com massa firme.

A antecipação da colheita pode ser bastante prejudicial. O arroz "verde", em estado incompleto de maturação, colhido antes do tempo, trará desvantagens. No beneficiamento, o produto contará com elevada porcentagem de arroz "gessado", "barriga branca" e de "chocho". Na secagem, perderá peso e volume e ainda o grão se esmiuçará no descascamento. O arroz "verde" estará predisposto à fermentação, o que ocasiona sabor desagradável.

O Arroz Cristal conhece a fundo as necessidades que o arroz tem para se desenvolver bem e saudável, por isso, a nossa preocupação se estende desde a qualidade da semente, seu plantio, colheita até o beneficiamento do grão. Buscando sempre o melhor recurso existente para colocar à mesa de seus consumidores o melhor arroz do Brasil.

Produzido numa área privilegiada pelo solo, clima e vento da melhor região produtora do país, o Rio Grande do Sul, o Arroz Cristal ainda recebe tratamento especial através do beneficiamento computadorizado, um dos mais modernos do país.

No início, o arroz era cozido experimentalmente para checar a sua qualidade e até hoje, mesmo com as modernas técnicas computadorizadas de todo o processo, essa prática foi mantida.

É de um Centro de Pesquisa e Avaliação que sai a maioria do produto beneficiado em Goiás. Este centro possui especialistas em rizicultura e experts em tecnologias de plantio de arroz, acompanhando desde as sementes que vão ser plantadas e o tipo de solo até as técnicas utilizadas na lavoura, colheita, transporte, armazenamento e o beneficiamento do produto.

Toda a cadeia de industrialização do arroz é fiscalizada em nome da qualidade. E o teste final é feito na empresa, através do cozimento, sendo que nenhum lote sequer do arroz vai para os supermercados se o grão não passar no "teste da panela".

 
 
 
 
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